Skip to main content

Clique sobre a imagem para obter mais indicações sobre os pontos referidos.

Pontos de Interesse

  • 1 – Centro de Interpretação Ambiental do Tejo Internacional
  • 2 – Miradouro do Penedo Gordo
  • 3 – Centro de Interpretação de Arte Rupestre do Vale do Tejo
  • 4 – Miradouro do Castelo dos Mouros
  • 5 – Miradouro das Portas de Ródão
  • 6 – Cais de Ródão
  • 7 – Estação Arqueológica da Foz do Enxarrique
  • 8 – Núcleo Museológico do Contrabando
  • 9 – Miradouro de Perais
  • 10 – Parque de Merendas de Perais
  • 11 – Barragem de Monte Fidalgo
  • 12 – Miradouro da Atalaia
  • 13 – Muro Apiário Monte Fidalgo
  • 14 – Antigo Posto da Guarda Fiscal de Monte Fidalgo
  • 15 – Cais dos Lentiscais
  • 16 – Ponte Velha do Ponsul
  • 17 – Miradouro da Ribeira da Boidade
  • 18 – Cais de Malpica do Tejo
  • 19 – Miradouro de Malpica do Tejo
  • 20 – Miradouro da Nossa Senhora das Neves
  • 21 – Miradouro do Castelo / Posto de Vigia
  • 22 – Miradouro da Ribeira do Aravil
  • 23 – Posto de Vigia da Cubeira
  • 24 – Ruínas da Aldeia dos Alares
  • 25 – Antigo Posto da Guarda Fiscal dos Alares
  • 26 – Observatório de Avifauna dos Alares
  • 27 – Miradouro do Cabeço Alto
  • 28 – Ponte Romana sobre o Erges
  • 29 – Canhão do Erges (Segura)
  • 30 – Miradouro do Canhão do Erges
  • 31 – Centro Interpretativo da Biodiversidade
  • 32 – Miradouro da Fortaleza de Segura
  • 33 – Canhão do Erges (Salvaterra do Extremo)
  • 34 – Observatório da Caseta
  • 35 – Miradouro de Salvaterra do Extremo
  • 36 – Olival dos Lavadores

Postos de Turismo / Informações

  • A – Posto de Turismo – Segura
  • B – Posto de Turismo – Termas de Monfortinho
  • C – Posto de Turismo – Idanha-a-Nova
  • D – Posto de Turismo – Castelo Branco
  • E – Posto de Turismo – Vila Velha de Ródão

Outros Pontos

  • F – Castelo de Ródão
  • G – Barreira da Barca
  • H – Cais de Monte Fidalgo
  • I – Barragem Romana da Lameira
  • J – Monte Barata – QUERCUS
  • K – Complexo Mineiro de Monforte
  • L – Fonte da Enxofrada
  • M – Foz da Ribeira do Freixo
  • N – Zambujo – Margem do rio Erges
  • O – Açude de Mata-Mouros
  • P – Circuito Interpretativo do Canhão do Erges
  • Q – Complexo Mineiro de Segura (Minas de Estanho e Volfrâmio)
  • R – Complexo Mineiro de Segura (Minas de Chumbo)
  • S – Complexo Mineiro de Segura (Lavaria)
  • T – Açude de Salvaterra do Extremo

O que Fazer

Clique na imagem para obter mais indicações dos locais referidos.

Observação de Aves

Clique na imagem para obter mais indicações dos locais referidos.

Idanha-a-Nova – OA3

 

O concelho de Idanha-a-Nova apresenta-se como um território de excelência para a prática do Turismo de Natureza. As classificações UNESCO atribuídas ao Geopark Naturtejo e Reserva da Biosfera, atestam a elevada biodiversidade faunística e florística. A confirmá-lo está a área deste concelho que integra o Parque Natural do Tejo Internacional e a Zona de Proteção Especial do Tejo Internacional, Erges e Ponsul, locais importantes para a nidificação de aves necrófagas e rupícolas. Existem ainda identificadas duas Áreas Importantes para as Aves (IBA) que comprovam o potencial para a prática da observação de aves. Idanha-a-Nova oferece um conjunto diversificado de pontos para a observação de aves, percursos pedestres e ainda, em Segura, o Centro de Interpretação da Biodiversidade, um espaço interpretativo que permite descobrir a elevada diversidade biológica existente no concelho. Partindo dos percursos pedestres homologados no concelho, é possível percorrer um conjunto de trilhos com um fantástico enquadramento paisagístico, permitindo o contacto direto com a natureza. Idanha-a-Nova oferece ainda extraordinários pontos para a observação de aves: Observatório da Caseta e Miradouro de Salvaterra (Salvaterra do Extremo); Ponte Romana e Miradouro do Canhão do Erges (Segura); Miradouro do Cabeço Alto (Rosmaninhal); Observatório de Avifauna e Antigo Posto da Guarda Fiscal dos Alares (Soalheiras); Albufeira da Toulica (entre as aldeias de Toulões e Zebreira).

Castelo Branco

 

O Município de Castelo Branco, no âmbito da iniciativa Birdwatching Castelo Branco (BCB), oferece dois percursos rodoviários com a inclusão de alguns percursos pedestres de observação de aves, que resultam de condições ímpares para a prática desta atividade, permitindo a observação de algumas aves raras ou só encontradas em determinados habitats, como é o caso das grandes águias e/ou da cegonha-negra, bem como aves aquáticas. Um dos percursos incide na zona norte do concelho, em torno da albufeira de Santa Águeda e outro na zona sul, mais próximo do Parque Natural do Tejo Internacional. Nestes dois territórios foram já identificadas cerca de 130 espécies diferentes de aves.

Percurso Norte – OA1

Percurso de cerca de 35 km pelo norte do concelho de Castelo Branco, realizados sobretudo de automóvel, com pequenos percursos pedestres que nos mostram as paisagens do planalto de Castelo Branco, com a Serra da Gardunha como fundo. O percurso centra-se nas freguesias de Alcains, Lardosa, Tinalhas e Póvoa de Rio de Moinhos.

Percurso Sul – OA2

Percurso de cerca de 90 km a sul e este do concelho de Castelo Branco, realizado sobretudo de automóvel, com alguns percursos pedestres, onde poderá observar as majestosas aves planadoras que estão na origem da classificação do Parque Natural do Tejo Internacional. O percurso centra-se nas localidades de Lentiscais, Malpica do Tejo, Monforte da Beira e, já no concelho de Idanha-a-Nova, Ladoeiro.

Vila Velha de Ródão – OA4

 

Vila Velha de Ródão situa-se na margem direita do rio Tejo, desenvolvendo-se o seu território na bacia hidrográfica do Tejo, entre os rios Ocreza e Ponsul, dominada em altitude por serras que apresentam nas cristas quartzíticas algumas passagens dos rios Ocreza e Tejo: as Portas do Almourão e as Portas de Ródão. Classificadas Monumento Natural, as Portas de Ródão constituem um lugar único pelos seus valores geológicos, paisagísticos, arqueológicos, históricos e biológicos. As suas escarpas servem de habitat para a maior colónia de grifos do país, sendo um local privilegiado para a observação de fauna e avifauna, onde podem ser observadas 116 espécies de aves, muitas delas consideradas em vias de extinção e algumas raras, como a cegonha-negra, o bufo-real e o abutre-do-egipto. São locais de interesse para observação de aves o Miradouro das Portas de Ródão (lado norte da ponte sobre Tejo, na subida), o Miradouro do Castelo dos Mouros (varanda com vista privilegiada sobre o vale do Tejo e o voo dos grifos), o Cais de Ródão e a contígua Estação Arqueológica da Foz do Enxarrique (onde é possível avistar aves aquáticas). Salienta-se, igualmente, os pontos de observação, localizados a montante e jusante da barragem de Cedillo (Espanha), nas localidades de Perais e Monte Fidalgo, que oferecem pontos singulares de observação, nomeadamente os Miradouros sobre o Tejo ou o Antigo Posto da Guarda Fiscal de Monte Fidalgo (onde se podem observar aves aquáticas, passeriformes e grandes aves terrestres).

Rotas Fluviais

Clique na imagem para obter mais indicações dos locais referidos.

Cais Fluvial dos Lentiscais

 

Rota do Contrabando:

Partindo do cais fluvial dos Lentiscais, o percurso segue até ao Tejo pelo seu afluente Ponsul, permitindo descobrir algumas das rotas utilizadas pelos contrabandistas que percorriam estes locais. Durante o percurso pode-se observar grande parte da fauna e da flora do Parque Natural do Tejo Internacional.

Rota Descobre Espanha:

Com partida dos Lentiscais em Castelo Branco, a rota segue o rio Ponsul e depois o Tejo, em pleno Parque Natural do Tejo Internacional, onde se podem observar em estado selvagem espécies raras, algumas em vias de extinção. Já em Valência de Alcântara (Espanha), segue-se uma visita guiada pela zona histórica e visita às agroindústrias locais (fumeiro de presuntos, queijarias, lagares…) e posterior regresso a Castelo Branco.

Percursos disponíveis sob reserva e confirmação.

+34 680 554 146

reservas@barcodeltajo.com

www.barcodeltajo.com

Cais Fluvial de Malpica do Tejo

 

O início desta rota é no Rio Tejo no ponto onde este entra em Portugal, junto a Malpica do Tejo e em pleno Parque Natural do Tejo Internacional. A partir do cais fluvial a subida e regresso no rio proporciona uma visão privilegiada de mamíferos e várias espécies de aves, algumas raras, que nidificam nas margens do Tejo e que coabitam em harmonia nesta região. No final da rota fluvial, pode ainda degustar a magnifica gastronomia beirã na aldeia.

Percursos disponíveis sob reserva e confirmação.

+351 961 934 566

geral@beirabaixainesquecivel.pt

www.tascamariafaia.pt

Cais Fluvial de Vila Velha de Ródão

 

Percurso Portas de Ródão:

Com duração de aproximadamente 50 minutos, iniciado no cais fluvial de Vila Velha de Ródão, com passagem no Monumento Natural Nacional “Portas de Ródão”, com possibilidade de observação da vasta colónia de grifos ali existente, entre outras espécies, Mina de Ouro Romana do Conhal do Arneiro, Ilha dos Pescadores e Fonte das Virtudes.

Percurso Gravuras Rupestres:

Com duração de duas horas e meia, este percurso permite observar o núcleo mais significativo das cerca de 30.000 gravuras datadas da época neolítica que compõem o Complexo de Arte Rupestre do Vale do Tejo. O trajeto acompanha o curso para montante do Tejo Internacional, possibilitando a observação da sua biodiversidade e do grande núcleo de arte rupestre de S. Simão, já muito perto da barragem de Cedillo, junto à fronteira com Espanha.

Percursos disponíveis sob reserva e confirmação.

+351 272 541 138

geral@vilaportuguesa.pt

www.vilaportuguesa.pt

Percursos Pedestres

Clique na imagem para obter mais indicações dos locais referidos.

Rotas Homologadas

GR29 – Rota dos Veados

Rosmaninhal

 

Estende-se por 53 km, que, a partir do antigo posto da Guarda Fiscal, pertos dos Alares, se transforma numa pequena rede de percursos. Do Rosmaninhal, primeiro por uma estrada asfaltada e depois por caminhos típicos, toma-se a direção da fonte do Medo, seguindo para o lugar de Guedelha e daqui para Vale Pórros. Depois da travessia da ribeira do Freixo, enfrenta-se a subida para a localidade de Cegonhas, para de novo encontrar a margem esquerda da ribeira, até ao Couto das Correias. Segue-se a variante “Aldeia dos Alares”, tem 7,6 km e a do “Observatório de Aves dos Alares”, com apenas 1,5 km, através das arribas do Tejo, onde é possível a observação de espécies como o abutre-do-egipto, a águia-de-asa-redonda e, obviamente os veados.

 

PR1 (IDN) – Rota dos Abutres

Salvaterra do Extremo

 

O percurso inicia-se junto à Igreja Matriz de Salvaterra do Extremo, rumando ao antigo posto da Guarda Fiscal, onde existe um observatório de aves do qual se avista o “Castilho de Penafiel”, logo ali em território da Extremadura Espanhola. É neste local que nidifica e tem o seu habitat uma importante colónia de abutres. O percurso prossegue até à Fonte da Ribeira, junto ao rio Erges, podendo observar-se, também, antigas azenhas, o leito apertado do rio formando rápidos e duas antigas fontes, que davam de beber à população local nas alturas mais secas do ano.

PR4 (IDN) – Rota das Minas

Segura

 

O percurso inicia-se junto ao posto de turismo de Segura. A paisagem torna-se rapidamente diversificada, erguendo-se das vertentes íngremes do Erges os imponentes canchais, termo local para os amontoados de grandes blocos graníticos. Entre a azenha do Roque e o moinho das Freiras, o rio corre ao longo de um imponente desfiladeiro conhecido como “as fragas”, atingindo 100 metros de profundidade e expondo com particular detalhe o contacto entre a intrusão granítica e os xistos metamorfizados.

 

PR5 (VVR) – Caminho da Telhada

Perais

 

É um percurso circular, com cerca de 6 km, situado na localidade de Perais, freguesia do Concelho de Vila Velha de Ródão, assente numa plataforma plana, que corresponde ao terraço fluvial mais antigo do rio Tejo, formado há cerca de 1 milhão de anos. O Caminho da Telhada propõe a utilização de caminhos rurais e em especial do troço de uma importante e ancestral via que atravessava o rio Tejo e ligava a Barreira da Barca em Perais.

 

PR6 (VVR) – Percurso de Geologia e Arqueologia Urbana

Vila Velha de Ródão

 

É um percurso pedestre circular com cerca de 5 km que decorre em torno das termas de Monfortinho. Inicia-se junto ao posto de turismo dirigindo-se de seguida para o rio Erges percorrendo-o nos primeiros 100 metros. Deste miradouro natural – onde também estão instaladas algumas antenas de telecomunicações – inicia-se uma suave descida no regresso ao ponto de partida por caminho ladeado de coberto vegetal mediterrânico.

Caminhos de Santiago

Via Portugal Nascente – Vila Velha de Ródão

 

Atravessa em grande parte um patamar suave, por olivais e montados de sobro, onde pastam ovinos e bovinos. Cruza Alpalhão, no concelho de Nisa, com o seu património edificado. Continua por mais alguns quilómetros até à Capela de S. Lourenço, seguindo depois pelos montes até descer para a Ribeira de Nisa. Aqui, o relevo é mais irregular e o montado dá lugar a eucaliptos e pinheiros. Passa junto da Serra de São Miguel, descendo, depois, até ao Rio Tejo e à magnífica paisagem das Portas de Ródão.

 

Via da Estrela

 

Saindo de Idanha-a-Velha para esta etapa, cruza o rio Pônsul pela ponte Romana e segue por esta planície infletindo para Norte em direção a Monsanto, separando-se da referida Grande Rota (GR). Atravessa as ribeiras da Silveirinha e da Nave para, ao aproxima-se novamente do rio Pônsul, chegar à Capela da Senhora da Azenha e cruzar novamente a GR que vem de Espanha.

Onde Comer

Cozinha do Castelo

Rua da Piscina s / n, 6000-776, Castelo Branco – PORTUGAL

Encosta da Muralha

Rua da Colina do Castelo, Castelo Branco, Portugal

Zé do Pipo

Idanha a Nova, Portugal

Onde Dormir

Hotel Rainha D. Amélia

Rua Santiago nº 15, 6000-179 Castelo Branco, Portugal

Casa das Jardas

Ladoeiro, Portugal

Casas do Almourão

Rua da Capela, Foz do Cobrão, 6030-155 Vila Velha De Rodão

Normas e recomendações

Visitar uma Área Protegida implica:

  • um conhecimento prévio do território, pois uma informação incipiente ou inexistente poderá levar a problemas de difícil resolução. O território do Parque Natural do Tejo Internacional, como muitas outras zonas perto da fronteira, não é dotado de uma eficiente rede de telecomunicações, pelo que, em caso de acidente e ou perda de orientação, nem sempre é fácil o contacto com as entidades que poderão facultar auxílio. Aconselha-se o prévio contacto com a área protegida, posto de turismo e municípios, locais que poderão facultar informação necessária a uma visitação com segurança;
  • a adoção de comportamentos compatíveis com a salvaguarda dos valores naturais, nomeadamente com a presença de determinadas espécies, implica a necessária tranquilidade à sua manutenção, pelo que ruídos excessivos e comportamentos menos propícios – entendendo a natureza como depósitos de lixo – devem ser evitados; e
  • as condições climatéricas inerentes ao Parque Natural, nomeadamente no verão, condicionam a realização de atividades durante o período do dia em que as temperaturas atingem valores mais altos. É fundamental que numa visitação ao território tal seja tido em conta, não descurando também as condições de alimentação, água, roupa e calçado adequado à atividade que pretende ser empreendida.